Enfim, como cristãos devemos ser irrepreensíveis, encontrados sempre de mãos limpas e com o coração puro.
“O Senhor julgue entre mim e ti. Vingue Ele os males que tens feito contra mim, mas não me levantarei contra ti. Como diz o provérbio antigo: dos ímpios, vêm coisas ímpias; por isso não levantarei minha mão contra ti.” 1 Samuel 24:12-13
Davi, porém, disse ao filisteu: “Você vem contra mim com espada, com lança e com dardos, mas eu vou contra você em nome do Senhor dos Exércitos, o Deus de Israel, a quem você desafiou. Hoje mesmo o Senhor o entregará nas minhas mãos, e eu o matarei e cortarei a sua cabeça”.
Nenhum dos discípulos teve uma jornada fácil, inundada de prosperidade, fama, sucesso, aplausos e paz. Jesus não teve um ministério assim. Pelo contrário, todos deixaram TUDO para segui-Lo. Todos enfrentaram perseguições, humilhações, açoites, prisões e até a morte a fim de completarem a carreira. Nas nossas vidas não será diferente. Teremos que renunciar, que deixar, que sofrer para vivermos no centro da vontade de Deus.
Eliabe impressionou Samuel por causa do seu físico, mas Davi chamou a atenção do Senhor por causa do seu coração!
Por isso, essa palavra nos confronta a esquadrinhamos os nossos corações: o que o Senhor vê nele ao sondá-lo?
Que, hoje, possamos nos livrar do desejo de vivermos pela aparência, para nos dedicarmos a orgulhar e a agradar a Deus, acima de todas as coisas!
Deus procura homens e mulheres segundo seu coração, os quais Lhe obedece, fazendo o certo da maneira correta, determinada em sua lei.
Saul, quando confrontado, justificou-se. Quem se justifica, na verdade, não se arrependeu; tão-somente deu os motivos do seu erro e, no caso, o rei responsabilizou terceiros.
Nós, porém, devemos assumir a nossa responsabilidade diante do Senhor e, quebrantados, nos arrependermos diante da Sua presença, então Ele, que é rico em misericórdia, nos perdoará.
Nascermos, crescermos e aprendermos a lei do Senhor desde a infância é, realmente, um privilégio, todavia se, pessoalmente, não tivermos a nossa experiência com Deus, O desprezaremos a semelhança dos filhos de Eli. Precisamos ter um conhecê-Lo pessoalmente, então faremos Dele o nosso Senhor, verdadeiramente, O temendo e vivendo para Ele.
Na quietude, Deus fala. Ele nos repreende. Ele nos dá respostas. Ele nos direciona. Enfim, Ele interage conosco, como um Pai que se relaciona com um filho.Por isso, nós devemos desligar um pouco as outras vozes, a fim de conhecermos a única voz que realmente importa, a voz de Deus.
Enquanto Ana dava ouvidos às provocações de Perina, ela vivia consternada. Entretanto, quando ela se humilhou diante do Senhor entregando a Ele a sua dificuldade, teve forças para comer e o seu semblante já não era mais abatido.
Assim, humilhemo-nos diante do Senhor e Ele nos ouvirá, virá ao nosso socorro e o nosso semblante não será mais abatido, mas de contentamento.
